Um encontro que reuniu lideranças de Conselhos de Segurança (Consegs) de várias regiões da cidade e dirigentes das entidades de representação classista do município, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SC – Seção Palhoça), a Associação Empresarial de Palhoça (ACIP) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Palhoça (CDL) – local da reunião –  formalizou a criação (12.02) do Conselho Permanente de Segurança de Palhoça (CPSPh) . A motivação da iniciativa tem como causa os graves e crescentes problemas de falta de segurança pública em Palhoça.

Essas lideranças entendem que o empresariado e demais moradores conectados às redes de Consegs, podem e devem colaborar nesta mobilização. A união de esforços, segundo eles, tem como objetivo criar uma força política para a defesa de pleitos junto a órgãos públicos e criar melhores chances de êxito para as estratégias de ações que forem aprovadas.

A principal conclusão do encontro definiu objetivos em dois planos distintos, uma pauta de ações viáveis a curto prazo e um planejamento estratégico para ações preventivas e também de combate ao crime conectadas com uma política social no longo prazo, através de uma interlocução permanente junto a todas as autoridades públicas estabelecidas no município.

As lideranças do CPSPh entendem que o empresariado e demais moradores conectados as redes de  Consegs podem e devem colaborar nesta mobilização por mais segurança para os moradores do município. A união de esforços, segundo eles, tem como objetivo criar uma força política para defesa de pleitos junto a órgãos públicos e criar melhores chances de êxito para as estratégias de ações que forem aprovadas.

Nas manifestações dos participantes neste primeiro encontro foram lembradas situações como uma grande mobilização comunitária e política ocorrida em Palhoça em 2009, quando se registrava a atuação de 190 policiais militares na região, um número considerado na época como insuficiente. Hoje, dez anos depois, a cidade conta com 184 PMs e cerca de 100 mil moradores a mais.

A falta de efetivo foi um dos problemas considerados mais graves. O Conselho avalia ainda que o monitoramento por câmeras de vigilância em pontos estratégicos; a criação de uma guarda municipal e a integração do poder público com a comunidade através de projetos sociais que reduzam as chances de crescimento da delinquência, certamente contribuiriam em muito para amenizar o problema.

Enquanto trabalha e formaliza metas de atuação, o Conselho Permanente de Segurança de Palhoça terá encontros mensais quando serão definidas as estratégias e pautas de atuação, bem como as agendas com agentes públicos e privados para colocar em prática os seus objetivos.

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