PIB catarinense cresce mesmo com a pandemia

O bom desempenho dos indicadores catarinenses refletiu no Produto Interno Bruto estadual, que cresceu 2,9% nos 12 meses encerrados em março, frente ao mesmo período do ano anterior.

Os dados estão apresentados no Boletim de Indicadores Econômico-Fiscais de Santa Catarina, do mês de junho, divulgado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e que traz uma análise exclusiva dos indicadores econômicos do Estado.

DESTAQUES:

No primeiro trimestre deste ano, os principais segmentos da economia tiveram um crescimento bastante robusto e contribuíram para acelerar a recuperação do PIB catarinense.

A indústria de transformação cresceu 17,8% neste primeiro trimestre, quando comparado com o mesmo trimestre de 2020. Na mesma comparação, os serviços cresceram 9,4%, o comércio 7,7%, as exportações 4,3% e as importações 46,6%.

Este desempenho permitiu acelerar o crescimento da economia e manter a posição de Santa Catarina entre as de maior crescimento do país.

Na comparação com as 14 maiores economias do Brasil, quando observado o período de 12 meses encerrados em março de 2021, relativos ao mesmo período anterior, o estado figura como o de melhor desempenho na produção de serviços, terceiro na produção industrial e quarto no crescimento do volume de vendas do comércio.

Na geração de empregos formais, o estado passou da terceira posição em março, para a primeira em abril.

O bom desempenho da economia catarinense foi puxado principalmente pelo do setor de serviços, responsável por 68% do PIB e que cresceu 2,5% no período e pelo comércio, que cresceu outros 4,8%.

A indústria total cresceu 4,6%, sendo que a indústria de transformação cresceu 2,1% e a construção civil, no embalo das reformas residenciais e retomada dos investimentos, cresceu 14,8%.

No setor de serviços, além do desempenho do comércio, o destaque foi o crescimento dos serviços profissionais, científicos, técnicos e administrativos e complementares, que cresceram 17,2%. Serviços estes, impulsionados pelo próprio crescimento da produção industrial e do comércio.

Na indústria de transformação os maiores destaques foram o crescimento dos segmentos de máquinas e equipamentos (25%); de máquinas elétricas (15,8%); de borracha e material plástico (8,1%); do têxtil (6,7%) e de papel e celulose (5,9%).

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